sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Significado dos nomes de 10 bandas clássicas do rock

Veja nesta lista o significado dos nomes - bem como algumas informações úteis - de 10 bandas clássicas do bom e velho Rock'n'Roll...


1.) Led Zeppelin (banda inglesa formada em 1968, com Robert Plant nos vocais, John Paul Jones nos baixos e teclados, John Bonham na bateria e Jimmy Page nas guitarras)


Significado do nome: foi o baterista do The Who, Keith Moon, quem batizou a banda, que havia sido formada para cumprir a agenda dos Yardbirds, antiga banda de Page que estava se apresentando como os New Yardbirds. Num dos ensaios, Keith Moon disse que o som da banda era tão 'pesado' que parecia de chumbo, mas também flutuava como um zepelim e lhes deram o nome de Lead Zeppelin; mas, para não se ter dúvidas na pronúncia, acabaram batizando definitivamente a nova banda como Led Zeppelin. 




2.) Deep Purple (banda inglesa formada em 1968, tendo tido várias formações, porém a mais cultuada é das primeiras, com Ian Gillan nos vocais, John Lord nos teclados, Roger Glover no baixo, Ian Paice na bateria e Ritchie Blackmore nas guitarras)

Significado do nome: há duas versões, uma dizendo que o avô de Blackmore gostava muito da música "Deep Purple", do cantor Bing Crosby; na outra o nome veio de uma droga muito popular na Califórnia, há época, um LSD apelidado de "Fundão Roxo" ou "O roxo profundo", como queiram...



3.) The Doors (banda norte-americana formada em 1965, cuja formação é Jim Morrisson nos vocais, Ray Manzarek nos teclados, John Densmore na bateria e Robby Krieger na guitarra)

Significado do nome: foi criado por Jim Morrisson, que se inspirou num livro de um escritor que ele gostava muito, Aldous Huxley, chamado "The Doors of Perception" e também num poema de William Blake que diz - "Quando as portas da percepção são abertas, o homem vê as coisas como elas realmente são: infinitas". Por tudo isso, Morrisson chegou à conclusão que The Doors seria um ótimo nome para a banda que estava formando com Manzarek.



4.) AC/DC (banda australiana formada em 1973, cuja formação clássica seria: os irmãos Angus e Malcolm Young nas guitarras solo e base, respectivamente, Cliff Williams no baixo, Chis Slade na bateria e, nos vocais, os mais importantes são Bon Scott - que morreu em 1980 - e Brian Johnson, o atual vocalista da banda)

Significado do nome: foi criado por uma irmã dos Young a ideia de um aspirador de pó da família, sendo que esta sigla evidencia que o equipamento funciona em corrente alternada (AC) e em corrente continua (DC), já que achou que isso tinha tudo a ver com o som da banda, batizou-a como AC/DC desde então...



5.) Black Sabbath (banda inglesa formada em 1968, cuja formação é de Ozzy Osbourne nos vocais, Geezer Butler no baixo, Bill Ward na bateria e Tony Iommi nas guitarras)

Significado do nome: seria um "Sabbath Negro", ou seja, uma reunião de bruxas. Era também o nome de uma música de Geezer Butler e, como os outros integrantes gostaram da sonoridade, Black Sabbath acabou se tornando o novo nome da banda (que era, no início, Earth).



6.) Pink Floyd (banda inglesa formada em 1965, cuja primeira e mais clássica formação é Roger Waters no baixo, Nick Mason na bateria, Richard Wright nos teclados e Syd Barrett na guitarra)

Significado do nome: muito se diz sobre ser nome de alguma droga da época, porém Syd Barrett assim nomeou a banda por ser a junção dos nomes de dois músicos de blues que muito o influenciaram, Pink Anderson e Floyd Council, daí a homenagem do nome Pink Floyd.

]

7.) The Who (banda inglesa formada em 1964, cuja formação clássica é Roger Daltrey nos vocais, John Entwistle no baixo, Keith Moon na bateria e Pete Townshend na guitarra)

Significado do nome: fizeram um "brainstorm" e, depois de cansados com uma 'avalanche' de nomes, alguém sugeriu, por brincadeira, o nome de "os quem" pra banda, e The Who acabou se impondo e acabou ficando esse mesmo...



8.) The Beatles (banda inglesa formada em 1960, cuja formação foi John Lennon na guitarra e vocal, Paul McCartney no baixo, piano e vocal, Ringo Starr na bateria e vocal e George Harrison na guitarra e vocal)

Significado do nome: no início era conhecida pelo nome de "The Silver Beetles" (Os Besouros Prateados), numa homenagem a banda The Crickets (Os Grilos). Depois virou The Beetles somente, e, por fim, The Beatles (fazendo um trocadilho entre as palavras besouro e 'beat' [batida]).



9.) Yes (banda inglesa formada em 1968 por Jon Anderson nos vocais, Chris Squire no baixo, Tony Kaye nos teclados Bill Bruford na bateria e Peter Banks na guitarra)

Significado do nome: segundo Jon Anderson, eles queria um nome que inspirasse forte convicção no trabalho que a banda queria fazer, no projeto deles e Yes é uma palavra que tinha tudo isso.



10.) Queen (banda inglesa formada em 1970, cuja formação era Freddie Mercury nos vocais, John Deacon no baixo, Roger Taylor na bateria e Brian May nas guitarras)

Significado do nome: diz a lenda que esse era um nome já há muito tempo pretendido por Freddie Mercury para uma possível futura banda de rock, já que é uma palavra - Queen - que transmite força, poder, etc, etc...


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

VERDADES E MENTIRAS SOBRE A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

A nossa Independência é um dos fatos mais controversos de nossa história. Isso ocorreu devido alguns motivos. Dentre eles podemos citar: o tamanho descomunal do território português na América, o fato do Brasil ter sido feito parte do próprio reino português, em 1815 (cujo nome ficou assim: "Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves"), e do próprio príncipe regente (que era também o herdeiro do trono português), ter-se envolvido no processo de independência dessa ex-colônia.


Falando agora, propriamente, das verdades e mentiras desse fato histórico, podemos citar três das mais importantes e emblemáticas, como vemos a seguir:



* Nossa maior imagem do momento da independência, o quadro "Independência ou Morte" (também chamado de "O Grito do Ipiranga"), pintado por Pedro Américo em 1888, é um típico exemplar de uma imagem do que se quis deixar para a posteridade (e não do que realmente aconteceu no fato em questão). Algumas coisas que denotam o que disse agora: na comitiva de D. Pedro, com certeza, não haviam cavalos alazões lindos e fogosos (mas sim seriam mulas, algo bem mais certo para se subir a Serra do Mar, já que vinham de Santos e seguiam para São Paulo), não havia um destacamento dos "Dragões da Independência" com a comitiva (uma vez que essa guarda foi criada depois da independência ter sido concretizada), e, por fim, dificilmente haveria alguém do povo vendo o ato (uma vez que, a época, a região às margens do Riacho do Ipiranga era desabitada demais para que houvesse alguém para presenciar o ato);




* A nossa independência não era um anseio do povo - ou mesmo das elites brasileiras - uma vez que elas queriam, na verdade, era manter as benesses conseguidas com a vinda da família real portuguesa para nossas terras (ou seja: queriam manter o status de reino unido à Portugal, que dava aos comerciantes - à nossa elite, como um todo - a manutenção das regalias já conquistadas);




* E, por último, essa independência proclamada em 7 de setembro de 1822 acabou não tendo validade em outras localidades do Brasil, nas regiões do Norte e, em especial, do Nordeste (já que, devido a maior proximidade com Portugal, ainda eram bastante dominadas pelos lusitanos). Um bom exemplo disso é o fato que, na Bahia - principalmente na região de Salvador - se comemora a independência em 2 de julho de 1823 (quase um ano depois do grito do Ipiranga), mostrando que essa nossa independência não foi assim tão certa e notória quanto se quer mostrar nos livros de História.




Como podem ver, muitas controvérsias ainda existem quando o assunto é a nossa independência...

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Bizarrices do mundo da música

1.) Mortes no mundo do Rock


A década de 1970 foi a mais cruel em mortes de grandes astros do rock. Senão, vejamos:

- no ano de 1970 morreram Janis Joplin (possivelmente de overdose), e Jimmy Hendrix (este afogado com o próprio vômito, coisa que se repetiria no início da década seguinte, em 1980, com John Bonham, o baterista da banda inglesa Led Zeppelin);





- e, em 1971, morreu o vocalista da banda The Doors, Jim Morrison (mais do que possivelmente de overdose), na banheira de um hotel de Paris (para onde se mudou quando a banda acabou).


2.) Esquisitices da música erudita


Alguns compositores tem particularidades bem inusitadas:

- o italiano Niccolò Paganini (1782-1840) ainda em vida sofria com os boatos de que, devido seu extraordinário talento ao violino, devia ter vendido a alma para o diabo. Resultado: quando morreu, nenhuma cidade queria tê-lo sepultado em um de seus cemitérios, seu corpo ficou insepulto por cinco anos e, quando o sepultamento ocorreu, seu corpo foi transferido mais oito vezes nos anos seguintes;



- o norte-americano John Cage (1912-1992), numa de suas composições, de nome 4'33", queria que sua plateia "ouvisse" o silêncio; já em outra obra, Tão Devagar Quanto Possível - que está sendo executada na igreja de Halberstadt, na Alemanha - é extremamente longa, já que demorou-se um ano e meio para se executar as três primeiras notas da composição. Os cálculos dizem que o total do concerto irá durar por volta de 639 anos.


3.) Bizarrice à brasileira


Vejam este caso curioso de um boa sacada de um compositor da MPB, durante a censura, nos Anos de Chumbo da ditadura militar brasileira:

- o compositor Tom Zé, no início da década de 1970 (ou seja, o início dos Anos de Chumbo, com o general Medici na presidência), num misto de rebeldia, vontade de mostrar as mazelas por trás da própria censura e de puro bom humor e irreverência, decide ilustrar a capa de seu LP Todos os Olhos com uma imagem sugestiva e inusitada: um ânus fotografado bem de perto com uma bolinha de gude "incrustada" no meio, ficando mesmo parecido com um olho (mesmo que cego).


Isso é que é contracultura!...

domingo, 2 de agosto de 2015

Frases célebres da História política, passando pela também pela Filosofia...

Algumas frases célebres, como grandes tiradas de seus donos:

1.) De Adlai E. Stevenson, num debate com o futuro presidente dos Estados Unidos Richard Nixon, em 1956, depois que este último reclamasse do tom acusatório de suas afirmações:


- "Senhor Nixon, deixe de dizer mentiras sobre mim e eu paro de dizer verdades sobre você."



2.) De Stephen Douglas, senador americano, ao presidente americano Abraham Lincoln, no século XIX:


- "O senhor tem duas caras."


     De Abraham Lincoln, notório pela feiura, respondendo ao senador Douglas:


- "O senhor acha que se eu tivesse duas caras usaria esta?"



3.) De Ademar de Barros, em comício durante a disputa da presidência da República, em 1960, comentando sobre a inauguração de um hospício em São Paulo:


- "Infelizmente não foi possível internar todos os loucos. Um escapou e fará comício amanhã."


     De Jânio Quadros, no dia seguinte, devolvendo na mesma moeda a indireta de seu adversário.


- "Não foi possível trancafiar todos os ladrões. Um escapou e fez comício aqui ontem."




4.) De Napoleão Bonaparte, ao receber o engenheiro Robert Fulton, que defendia a criação de barcos de guerra movidos a vapor (ah, depois ele acabou apoiando a ideia do inventor):


- "Você quer fazer um navio navegar contra o vento acendendo uma fogueira embaixo do convés?"


5.) De Sócrates, sobre a própria calvície:


- "O mato não cresce em ruas ativas."


domingo, 26 de julho de 2015

Quer aprender História? Leia histórias em quadrinhos!...

O ensino e a aprendizagem em História pode ser bem mais prazerosa com o uso de algumas ferramentas midiáticas, tais como o cinema, o teatro, os desenhos animados ou as histórias em quadrinhos. Atendo-se somente a esta última, segue uma relação de HQ's com os respectivos temas históricos qua as mesmas abordam. Divirtam-se!!!

1.) Asterix e Obelix (1959), de René Goscinny e Abert Uderzo: como é uma série, aborda várias culturas da Antiguidade, desde como seriam os bárbaros (uma vez que Asterix e Obelix são gauleses, portanto bárbaros que povoaram o norte da atual França), os romanos (já que são eles os inimigos dos gauleses), e faz uma boa passada por vários outros povos, tais como os egípcios ou os antepassados de ingleses, os germânicos, etc...


2.) Príncipe Valente (1937), de Hal Foster: série de tiras em quadrinho de onde se pode tirar cenas que, mesmo 'romanceadas', nos remetem a alguns usos e costumes da sociedade medieval, com seus cavaleiros, princesas, vilões (aqui entendidos como moradores das vilas medievais), bem como da nobreza feudal (aqui entendidos como os reais vilôes dessa história e da História).


3.) X-Men (1963), de Stan Lee e Jack Kirby: o período de luta pelos direitos civis dos negros nos EUA, na década de 1960, pode ser analisado na disputa entre os personagens-líderes Professor X (Charles Xavier) e Magneto (Eric Magnus) nas HQ's da Marvel Comics, uma vez que ela foi inspirada na disputa ideológica real entre os dois líderes do Movimento pelo Direito dos Negros: de um lado, Martin Luther King Jr. (que, como o Professor X, nas HQ's, pregava a coexistência pacífica entre humanos e mutantes), podendo-se comparar ao que pregava Luther King, que queria que o mesmo ocorresse entre os brancos e negros), e Malcom X (que, como Magneto, nas HQ's, que achava que os mutantes deveriam eliminar os humanos, pode ser comparado a Malcom X, que também achava que os negros deveriam acabar com os brancos).


4.) Os Fradinhos (1964), de Henfil: querendo-se saber mais sobre a política e a cultura dos anos de Ditadura Militar no Brasil, devemos ler as HQ's de Os Fradinhos que o cartunista brasileiro Henfil manteve durante todo o período de 21 anos de Ditadura Militar (bem como outros de seus personagens, todos sempre muito 'engajados' no contexto histórico em questão).

]

5.) Fritz, the Cat (1965), de Robert Crumb: quer aprender, numa espécie de "curso rápido", o que foi a Contra Cultura da década de 1960, de uma boa olhada nas HQ's do mestre Robert Crumb, pois nas 'epopeias' desse gato vagabundo e junk estão o amor livre, os shows de rock, as revoluções estudantis, as conspirações da CIA e, até mesmo, a corrida espacial, que remonta ao pano de fundo geral da própria Guerra Fria.



sábado, 23 de maio de 2015

Algumas curiosidades sobre a civilização do Egito Antigo

Uma das civilizações da Antiguidade que mais nos deixa, no mínimo, intrigados é a do Egito Antigo. Sendo assim, vamos mostrar algumas curiosidades sobre a mesma, como verão a seguir:


* Sempre que se fala sobre os egípcios antigos nos lembramos da construção das pirâmides. Elas são construções pertencentes à uma das primeiras fases da história política do Egito Antigo (mais especificamente à fase do chamado "Antigo Império"), momento em que os faraós eram considerados como que deuses na terra e, como tal, deveriam ter um funeral digno de um deus, sendo a sua tumba a maior e mais espetacular possível (coisa que uma pirâmide, com toda a certeza, se prestava). O que não se sabe muito é que elas não "nasceram prontas", tendo sido elas o último estágio de um processo iniciado pelo pai do faraó Quéops, da chamada "Grande Pirâmide" (sendo, este pai, o faraó Snefru), considerado o 'responsável primeiro' pela criação destes grandes monumentos, iniciando-os como uma espécie de evolução das 'mastabas', como pode ser visto de forma tão patente nas chamadas "pirâmides de Sakara" (como na Pirâmide de Degraus ou na Pirâmide Torta, nitidamente vistas como tentativas anteriores aos sucessos alcançados nas três pirâmides de Gizé, bem como na Pirâmide Vermelha, a primeira que atingiu a forma tão buscada pelo progenitor de Quéops em toda a plenitude e perfeição imaginadas). Continuando no assunto "pirâmide", elas não foram construídas por escravos, como muitos pensam, mas sim por súditos assalariados que trabalhavam até mesmo com um certo orgulho, pois serviam ao faraó, um deus na terra. Quanto ao salário recebido, este era uma cota semanal de dois itens essenciais ao cardápio egípcio: pão e cerveja;



*  Quanto a qual foi o maior dos faraós, a maioria poderia arriscar que foi Tutancâmon, porém ele só adquiriu essa 'notoriedade' toda quando seu túmulo foi encontrado, no chamado Vale dos Reis; porém isso se deve mais ao fato de seu túmulo estar intacto quando o arqueólogo inglês Howard Carter, em 1922, o escavou. Porém, o seu reinado foi muito curto e obscuro, sendo também um dos reinados da última fase do império egípcio (fase essa já próxima do momento de dominação romana do reino do Egito, pouco antes da ascenção da família de Cleópatra ao poder). Ou seja, o governo egípcio já não era assim tão forte, indo bem longe os tempos de poder absoluto dos faraós, responsáveis, por exemplo, pela construção das pirâmides. Podemos, na verdade, considerar como um dos faraós mais importantes do Egito Antigo, outro governante. Estamos falando de Ramsés II (também conhecido como "Ramsés, o Grande"), pois foi ele quem ampliou, em muito, os territórios - dominados ou influenciados - pelo Egito Antigo, tendo sido também um dos faraós que governou por mais tempo, já que assumiu o poder por volta dos vinte anos, tendo reinado até quase os seus noventa anos (o que ia contra a expectativa de vida da época, que era de cerca de quarenta anos, em média - fazendo com que ele fosse, mais do que nunca, comparado a um deus), sendo que havia mais particularidades apontadas como motivos para tamanha notoriedade: tinha cabelos ruivos - algo bem incomum, dentre a população egípcia - era de estatura bem acima da média, já que tinha perto de 1,90 metros e teve mesmo um governo ímpar, sendo responsável pela construção do templo de Abu Simbel. A múmia de Ramsés II está entre as 'peças' mais visitadas do Museu do Cairo (onde se encontra exposta à visitação pública, um ultraje que não seria perdoado por Ramsés II se estivesse vivo);








*  E, finalizando as nossas curiosidades: a última rainha do Egito, Cleópatra, não foi assim tão amada em vida, bem como não é tida, pelos próprios egípcios, como uma de suas antigas grandes governantes, em especial devido à sua origem grega, já que pertencia à chamada "Dinastia Ptolomaica", considerada como um dos governantes que, na realidade, acabou por empurrar o império do Egito Antigo para a mão dos romanos (povo que, ao conquistar as terras egípcias, acabou por dar um 'ponto final' à própria história milenar dos grandes governantes egípcios, os faraós). Porém - é bom que diga - a ideia de que ela era uma mulher que se entregou à paixão e ao sexo (primeiro com Júlio César, com quem teve um filho, e depois com Marco Antonio, demontrando assim ter pensado primeiro em sua vida pessoal, em detrimento da vida política de seu reino), não é de todo realidade. Afinal de contas, é bom que se tenha em mente que a maior potência da época - o tão poderoso Império Romano - iria conquistar o Egito Antigo de qualquer maneira. Sendo assim, as decisões de Cleópatra visavam mais uma dominação "menos abrupta e forte" - com sua participação no governo, mesmo que como amante - do que uma "entrega de seus domínios ao inimigo" (ainda mais se considerarmos essa entrega como passional - por paixão ou por amor...). E, diferente do que o cinema mostra, Cleópatra podia ser sensual, porém a beleza não foi exatamente o seu forte.





Espero ter dado uma "nova luz" à História - tão interessante e importante - do Egito Antigo, já que esta foi a modesta intenção desse artigo...