sexta-feira, 13 de novembro de 2020

O Teatro da Segunda Guerra Mundial: Vilões X Heróis (e um "Vira-Casaca"), e principais atores, coadjuvantes e um ator surpresa (+ as estranhas ligações com o ano de 1945)...


Neste artigo iremos fazer uma correlação entre alguns personagens bastante importantes da Segunda Guerra Mundial. São eles: Adolf Hitler (o primeiro-ministro, o chamado "chanceler" - e depois, o Füher - da Alemanha), e Franklin Delano Roosevelt (o presidente dos Estados Unidos da América- bem como a de seus principais aliados: Benito Mussolini (o Duce da Itália), e Winston Churchill (o primeiro-ministro da Inglaterra) - antes e durante o nosso maior conflito mundial. Sem esquecer o nosso quinto personagem (nosso "personagem surpresa")...

Também veremos o que está exposto à seguir (muito importante para os cinco personagens):

[Um adendo: guardem bem este ano - 1945 - já que ele será um ano chave para os nossos cinco personagens.]

Muitas são as coincidências - e/ou particularidades - que ocorreram entre os cinco personagens (e seus respectivos aliados). E será para apresentarmos estas que este artigo se prestará. Vamos a elas, então...

.x-X-x.

As histórias desses dois estadistas - de seus respectivos (e maiores), aliados, bem como do personagem que transitou entre eles - têm diversos pontos em que coisas ocorrem nas suas vidas (e que parecem mesmo ter algum tipo de ligação histórica), entre eles. Para que tudo fique bem demonstrado, segue uma sucinta biografia dos dois primeiros (chamados aqui de "Atores principais"):

Os Atores principais

Vilão: Adolf Hitler



O austríaco Adolf Hitler - nascido a 20 de abril de 1889 - foi um dos fundadores do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (ou, mais simplesmente, Partido Nazista), e tentou tomar o poder em 1923, através do que ficou conhecido como o "Golpe da Cervejaria", em Munique (que não deu certo, sendo Hitler preso nessa tentativa de golpe). Na cadeia escreveu seu livro, "Mein Kampf" ("Minha Luta"), que se tornou a "bíblia" do Nazismo (e onde ele expôs, em detalhes, qual seria a sua plataforma de governo, quando chegasse a ele, tornando o Nazismo uma filosofia de pode muito conhecida em toda a Alemanha). Antes dessa tentativa, com seus vinte e poucos anos, Hitler foi cabo (e mensageiro), durante a Primeira Guerra Mundial (vindo daí a sua raiva quanto ao término da mesma, bem como às resoluções do "Tratado de Versalhes"). Diferente de outros ditadores, Hitler chegou ao poder de forma democrática e constitucional (coisa muito difícil de acontecer, em se tratando de ditadores). Porém, nem bem subiu ao poder, foi mostrando a que veio, esmagando a oposição, perseguindo as minorias e retomando uma atitude cada vez mais belicosa (dando um ênfase exacerbado ao já bem presente militarismo alemão, de características revanchistas, como já visto), tornando-se ditador de fato (com o título de "Fuhër", algo como "O Líder"). Como já bem sabido, Adolf Hitler acabou levando - com sua política de extrema-direita - a Alemanha à uma nova guerra mundial (e num nível nunca visto antes em outra nação, o que os nazistas chamaram de "guerra total"). Ao final de sua guerra - para trazer a Alemanha de volta aos tempos da antiga grandeza (o seu "Terceiro Reich"), como era de sua vontade - deixou os alemães na pior das situações (e a Alemanha em frangalhos). Com os russos já às portas de Berlim, matou-se em 30 de abril de 1945 (encerrando, assim, a Segunda Guerra Mundial na Europa).


1945 - Quando Adolf Hitler se suicidou, dando fim a guerra na Europa.


Herói: Franklin Delano Roosevelt



O nova-iorquino Franklin Delano Roosevelt - nascido a 30 de janeiro de 1882 - foi o 32.º Presidente dos Estados Unidos da América (entre 1933 e 1945), tendo sido o único presidente dos EUA que teve mais de 2 mandatos consecutivos (uma vez que, ao término de seu 2.º mandato ele concorreu - e venceu - a corrida presidencial, governando num 3.º mandato e, ao final deste, concorreu - e venceu de novo - iniciando seu 4.º e último mandato, não terminando-o, devido à sua morte, meses após o início deste 4.º e derradeiro mandato). Outra particularidade dele: ele era um primo distante de outro presidente Roosevelt - no caso, de Theodore Roosevelt, o 26.º presidente, que governou de 1901 a 1909 - o que tornou os Roosevelt a primeira família a se tornar uma espécie de "realeza" da política norte-americana. Foi também Secretário Adjunto da Marinha (de 1913 a 1920, ou seja, durante o período da Primeira Guerra Mundial), e governador do estado de Nova York (de 1929 a 1932), cargo que o levou à presidência. Governou nos períodos mais difíceis do século XX, ou seja, durante a Grande Depressão e a própria Segunda Guerra Mundial, transformando-o num dos presidentes norte-americanos mais cultuados. Infelizmente, devido à uma idade já avançada, morreu em 12 de abril de 1945 - não podendo, assim, ver o término da guerra que tanto batalhou para vencer - morrendo depois de três meses do início de seu 4.º mandato. Esse fato foi festejado por Hitler na Europa (já que ele achou que isso seria um "banho de água gelada" para os norte-americanos, coisa que ajudaria o seu reich a vencer, e que - àquela altura - só ele mesmo acreditava, dentro de seus devaneios de poder, ao final da guerra).


1945 - Quando Franklin D. Roosevelt morreu - de A.V.C. - ao fim da guerra.

.x-X-x.

E agora vamos às histórias dos principais aliados destes dois primeiros (e que chamo aqui - guardadas as devidas proporções, logicamente - de "Atores coadjuvantes"). Vamos a eles, então:

Os Atores coadjuvantes

Vilão: Benito Mussolini


À princípio, ele foi o grande ídolo e herói de Adolf Hitler - devido, em especial, ao fato dele ter conseguido tomar o poder da forma como Hitler gostaria de ter conseguido (em seu golpe de 1923). Benito Mussolini nasceu em 29 de julho de 1883, e - assim como Hitler - também lutou durante a Primeira Guerra Mundial (ele era um ótimo atirador de elite do exército italiano), e, talvez devido exatamente a isso, tinha a mesma visão obtusa de seu colega alemão quanto à guerra (e, em especial, de como foi o seu término da mesma), uma vez que, mesmo estando do lado vencedor, a Itália não teve as mesmas benesses e ganhos de outras potências europeias vencedoras. Isso deu margem à sua tendência de extrema-direita e bastante nacionalista (em grande desacordo com seu passado político, uma vez que, antes e durante a "Grande Guerra", ele se considerava comunista). Fundou, em 1921, o Partido Nacional Fascista (ou, simplesmente, Partido Fascista), e, apenas um ano depois (portanto, em 1922), se utilizando de uma grande demonstração de poder, organizou a chamada "Marcha sobre Roma" (com milhares de seus "Camisas Negras" marchando - e aterrorizando - os italianos de sua capital). Amedrontando os políticos - e até mesmo o rei, Vítor Emanuel III - foi-lhe concedido o poder de fato e, em poucos meses, silenciou toda e qualquer oposição, tornando-se o real mandatário da nação, com o título de "Duce" (algo como "O Chefe"), tornando a Itália um dos países totalitários da Europa (e parte integrante do chamado "Eixo", mais adiante). Após muitos erros e má administração (que foram mostrados a todos na segunda metade da guerra), foi deposto e, ao tentar fugir, foi preso e morto a tiros - junto a sua amante - em 28 de abril de 1945...


1945 - Quando Benito Mussolini foi assassinado - após tentar fugir - ao fim da guerra (tendo seu corpo linchado, usurpado e exposto em praça pública de Milão).

Herói: Winston Churchill


O britânico Winston Leonard Spencer Churchill nasceu em 30 de novembro de 1874, e foi o Primeiro-Ministro do Reino Unido entre 1941 e 1945, tendo sido primordial nesse período tão negro da história europeia. Durante a Primeira Guerra Mundial era o Primeiro-lorde do Almirantado, e foi nesse cargo que ordenou a ação para a tomada de Galípoli (na Grécia), que acabou se tornando um fiasco (e uma carnificina para os soldados ingleses e aliados), fazendo com que ele perdesse sua influência política - e seu poder - sendo obrigado a renunciar ao cargo (o que pareceu a todos que sua carreira na política havia terminado). Porém, fez algo impensável (no intuito de se redimir e mostrar uma grande força de superação): alistou-se e seguiu para a guerra, como um mero capitão de batalhão (tendo lutado nas trincheiras do front ocidental, nas fronteiras da França). Devido a isso, acabou dando a volta por cima (reavendo sua carreira política e voltando ao Parlamento). E, quando o Primeiro-Ministro Neville Chamberlain naufragou com seu acordo de paz - assinado junto a Hitler, pouco antes da invasão alemã à Polônia - mostrando que as exigências de Adolf Hitler não seriam tão fáceis de se sanar - e depois dos primeiros movimentos agressivos da "blitzkrieg", ficou claro que precisavam de um Primeiro-Ministro mais agressivo também. O escolhido, Winston Churchill, sabia que sua escolha não era, bem, um presente, mas sim quase como um castigo (já que era um cargo - durante uma guerra - que poderia trazer-lhe mais alguns problemas à sua já manchada biografia). E, como ele próprio quase prevera, sua posição como Primeiro-Ministro não seria mantida no pós-guerra, uma vez que, pouco antes do final da Segunda Guerra Mundial, ele não conseguiu se reeleger para o cargo.


1945 - Quando a guerra acabou, Winston Churchill não foi reeleito para continuar sendo o Primeiro-Ministro. Porém, no melhor de sua característica de "fênix" política, acabou retornando - de 1951 a 1955 - participando, assim, dos primeiros momentos da Guerra Fria.

.x-X-x.

E, por fim, vamos à história de nosso personagem surpresa (o que chamo aqui de "Ator surpresa"). Vamos a ele, portanto:

Ator surpresa

O "Vira-Casaca": Josef Stalin


O georgiano Josef Stalin - que nasceu Josef Vissariónovich, a 18 de dezembro de 1878, em Gori, na Geórgia (parte integrante do Império Russo) - e foi o 2.º mandatário do União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (U.R.S.S.). Sua vida política se inicia como revolucionário socialista, papel que desempenhou de forma sui generis, ainda durante a Primeira Guerra Mundial. em um movimento que se iniciou no começo de 1917, quando o líder revolucionário Vladimir Lenin chegou à São Petersburgo, fazendo deste ano o momento máximo do comunismo. Como um dos seus mais próximos colaboradores de Lenin - junto com Leon Trotski, depois perseguido e morto a mando de Stalin - assumiu o governo da recém criada U.R.S.S. após a morte de Vladimir Lenin, no início de 1924. Após isso, com muita perseguição política e toques de genialidade administrativa, Stalin tirou toda a oposição a ele, tomando o poder por dentro e tornando-se ditador de fato e "dono" do Partido Comunista. Pouco antes da Segunda Guerra Mundial ele governava com mão de ferro e, sentindo-se "o tal", fez um acordo  - o "Pacto Ribbentrop-Molotov" - de não-agressão, entre a Alemanha, de Hitler, e a U.R.S.S., de Stalin (que deixou esta última neutra em relação à primeira). E, no início da guerra, quando Hitler invadiu a Polônia, Stalin ficou com metade dela: depois, já no decorrer da Segunda Guerra Mundial, com a traição de Hitler - que resolveu invadir a U.R.S.S. em 1941, fazendo com que Stalin mudasse de lado na guerra (uma bizarra aliança entre os soviéticos e os norte-americanos, os ingleses e os franceses, todos capitalistas). acabou sendo - junto aos E.U.A. - um dos grandes vencedores da Segunda Guerra Mundial...


1945 - Com o fim da guerra, Josef Stalin foi um de um de seus grandes ganhadores, neste ano "cabalístico", onde se iniciou a bipolaridade U.R.S.S. X E.U.A., que daria início à Guerra Fria. - que pegaria fogo em 1949 (quando Stalin consegui explodir sua primeira bomba atômica) - igualando seu poder de fogo ao dos norte-americanos.

.x-X-x.

E agora, para finalizarmos (e com o intuito de melhor mostrarmos como foram os momentos históricos destes personagens aqui apresentados), acesse os links abaixo e leia três artigos sobre assuntos correlacionados aos fatos e aos personagens deste artigo (e que também fazem parte do acervo do blog “Histérica História”):





Espero que tenham achado o artigo, ora apresentado, tão completo e interessante quanto eu entendo que foi (e que é - em essência - o principal intuito dos artigos criados para este nosso blog, o “Histérica História”). E até uma próxima...

terça-feira, 3 de novembro de 2020

RESUMÕES de minhas turmas de 3.º Ano EM (1.º, 2.º e 3.º bimestres)


RESUMÃO 20203.º ANO (1.º

  bimestre) – HISTÓRIA – Prof. Valmir Frias – Un. Escolar: E. E. Prof. Luiz Gonzaga Righini


Imperialismo

Foi o processo histórico que as nações industrializadas européias impuseram um domínio colonial às nações ditas atrasadas (ou seja: as nações não-industrializadas). Para tanto, elas disputaram “à unha” pelo domínio das mesmas – um bom exemplo disso foi a “Conferência de Berlim”, de 1885, que retalhou a África entre os países europeus industrializados – fazendo com que elas fossem criando, cada vez mais, muitas rusgas entre si (levando suas diferenças a níveis que, cada vez mais, levando a problemas que vão se tornando insolúveis). Coisas como a chamada “Paz Armada” (a corrida armamentista que, de forma bem “às escondidas”, aconteceu no momento anterior à Primeira Guerra Mundial), foram ocorrendo na Europa, levando a alianças, todas de forma secreta (uma vez que a diplomacia daquele momento pedia a discrição total).


A Primeira Guerra Mundial

Foi devido às alianças – a “Tríplice Aliança”: Itália, Alemanha e Áustria-Hungria (também chamados de “Impérios Centrais”); e a “Tríplice Entente”: França, Inglaterra, Rússia e, depois de 1917, Estados Unidos da América (também chamados de “Aliados”) – a própria Primeira Guerra Mundial (1914-1918) pode acontecer, uma vez que foram estas alianças que levaram às várias declarações de guerra decorrentes do Assassinato do herdeiro do trono austro-húngaro, o arquiduque Francisco Ferdinando, em 28 de junho de 1914, na Sérvia. Logo no início houve o que se convencionou chamar de “Guerra de Movimentos”, quando as tropas foram se posicionando nos fronts de batalha; e, logo após os primeiros embates nos fronts das fronteiras entre a Alemanha e a Bélgica e a França, tornando-a uma “Terra de Ninguém”, transformando a então chamada Grande Guerra numa “Guerra de Trincheiras”, dando, assim, a cara de toda a Primeira Guerra Mundial.

Sobre o assunto específico da Primeira Guerra Mundial: acesse o link abaixo e leia um artigo sobre este assunto (Os 100 anos do término da Primeira Guerra Mundial), do acervo do blog “Histérica História”:

 

https://histericahistoria.blogspot.com/2018/11/os-100-anos-do-termino-da-primeira.html


A Revolução Russa

Como um grande fato histórico integrante do processo da Primeira Guerra Mundial está a Revolução Russa, uma vez que esta aconteceu durante a fase da primeira (e em decorrência direta dela). Afinal foi, em partes, devido à participação da Rússia na então Grande Guerra que o povo russo (que já se sentia tão mal governado, e não mais tão apoiador de seu regime czarista), teve no ponto nevrálgico das reivindicações dos radicais revolucionários bolcheviques para que a Rússia saísse da guerra (guerra esta onde morreram muitos e muitos soldados russos), um grande catalisador de forças. Com isso, no ano divisor de águas de 1917, com o retorno do líder bolchevique Vladimir Lênin – que apoiou a destituição do czar Nicolau II, na chamada “Revolução de Fevereiro de 1917”, que levou os mencheviques ao poder – e, quando não acharam que eles estavam no  caminho correto, os destituíram do poder, fazendo a sua própria revolução, a revolução bolchevique, ou melhor dizendo, a “Revolução de Outubro de 1917”, a real Revolução Russa.

Sobre o assunto específico da Revolução Russa: acesse o link abaixo e leia um artigo sobre este assunto (Os 100 anos da Revolução Russa), do acervo do blog “Histérica História”:

https://histericahistoria.blogspot.com/2017/10/os-100-anos-da-revolucao-russa.html


Totalitarismos (o Fascismo, na Itália, e o Nazismo, na Alemanha)

O final da Primeira Guerra Mundial levou a alguns problemas (principalmente entre as nações perdedoras, em especial a Alemanha), que, devido ao sentimento de revanchismo – e das penas pela causa da guerra – acabaram se voltando para os regimes totalitários. Foi o caso da Itália (que mesmo estando do lado vencedor da Grande Guerra, se sentia incômoda por não ter tido os territórios prometidos pelo “Tratado de Versalhes”, levando ao poder – já em 1922 (e de forma imposta por golpe político) – Benito Mussolini e seu Fascismo. E, já na Alemanha, a principal perdedora da Primeira Guerra Mundial, o sentimento de revanchismo e os problemas da “Grande Depressão” dos Anos 1930, levaram ao poder – em 1933 (e de forma democrática) – Adolf Hitler e o seu Nazismo.

Sobre o assunto específico dos Totalitarismos: acesse o link abaixo e leia um artigo que fala também sobre este assunto (Fatos importantes do “Período Entre-Guerras” (1918-1939)), do acervo do blog “Histérica História”:

 

https://histericahistoria.blogspot.com/2020/04/fatos-importantes-do-periodo-entre.html

 

·       Atividades do 1.º Bimestre de 2020

RESUMO DE FILME: Filme “Território Proibido”;

TRABALHO DE PESQUISA: “Imperialismo”.


.x-X-x.

RESUMÃO 20203.º ANO (2.º

  bimestre) – HISTÓRIA – Prof. Valmir Frias

Unidade Escolar: E. E. Prof. Luiz Gonzaga Righini


A Crise de 1929 e a Grande Depressão

A crise financeira da Queda da Bolsa de Nova York (de 1929) desencadeou a maior crise econômica do mundo até então. Ela se deveu a enorme especulação financeira que havia nas ações, em especial, na Bolsa de Nova York, que, devido a falta de lastro destas especulações, fez com que “a bolha estourasse” no dia 24 de outubro de 1929, no que ficou conhecido como a “Quinta-Feira Negra”. Os fatos levaram ao que ficou conhecido como a Grande Depressão (nos Anos 1930).

 Sobre o assunto específico da Crise de 1929 e da Grande Depressão dos Anos 1930: acesse o link abaixo e leia um artigo sobre este assunto (Os 90 anos da Queda da Bolsa de Nova York (ocorrida em 24/10/1929)), do acervo do blog “Histérica História”:

 

https://histericahistoria.blogspot.com/2019/10/os-90-anos-da-queda-da-bolsa-de-nova.html


A Guerra Civil Espanhola

Devido a muitas desavenças políticas (entre partidários da República e da Monarquia), ocorreu a Guerra Civil Espanhola, entre os anos de 1936 e 1939. O líder da chamada “Falange”, o general Francisco Franco, de cunho totalitarista, teve o apoio dos outros governos totalitários da Europa (como Benito Mussolini e o Fascismo italiano, e Adolf Hitler e o Nazismo alemão), sendo que este apoio acabou dando a chance para Hitler fazer alguns testes (uma espécie de “ensaio geral”), como em bombardeios da sua Luftwaffe a cidades espanholas (como o caso notório de Guernica, no País Basco, e que foi a inspiração para a realização do painel homônimo, pintado por Pablo Picasso).


A Segunda Guerra Mundial

A Segunda Guerra Mundial foi uma extensão da Primeira Guerra Mundial – e ocorreu devido os fatos do “Período Entre-Guerra”. Nos 6 anos de duração da mesma morreram mais pessoas que em qualquer outra guerra antes dela. Foi uma guerra da Democracia (os Aliados: Inglaterra, França, União Soviética e Estados Unidos da América), contra o Totalitarismo (o Eixo: Itália, Alemanha e Japão). Como é um assunto bastante extenso, peço que acessem o link abaixo, com uma narrativa bem completa do conflito...

Sobre o assunto específico da Segunda Guerra Mundial: acesse o link abaixo e leia um artigo sobre este assunto (Uma Narrativa da Segunda Guerra Mundial), do acervo do blog “Histérica História”:

 

https://histericahistoria.blogspot.com/2018/09/uma-narrativa-da-segunda-guerra-mundial.html


A Era Vargas

A trajetória de Getúlio Vargas no poder, no Brasil, é o tema aqui. Suas várias fases no poder, como o Governo Provisório (1930-1934), o Governo Constitucional (1934-1937), a Ditadura do Estado Novo (1937-1945), e, depois, o Governo Democrático (1951-1954).

Sobre o assunto específico da Era Vargas: acesse o link abaixo e leia um artigo sobre este assunto (A “Era Vargas”: os vários governos de Getúlio Vargas, em suas quatro fases no poder), do acervo do blog “Histérica História”:

https://histericahistoria.blogspot.com/2017/12/a-era-vargas-os-varios-governos-de.html

 

·       Atividades do 2.º Bimestre de 2020

RESUMO DE FILME: Filme “A Queda: As Últimas Horas de Hitler”;

TRABALHO DE PESQUISA: “A Era Vargas”.


.x-X.x.


RESUMÃO 20203.º ANO (3.º

  bimestre) – HISTÓRIA – Prof. Valmir Frias

Unidade Escolar: E. E. Prof. Luiz Gonzaga Righini


O mundo do pós-Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria

No mundo do pós-guerra o principal fato foi a Guerra Fria, essa luta entre os EUA e a URSS pela hegemonia mundial. Para tanto, peço que assistam ao documentário “Mundo Louco”, e façam o Relatório de Filme, onde muito do que foi a Guerra Fria.

Sobre o assunto específico da Guerra ;fria: acesse o link abaixo e leia um artigo sobre este assunto (Guerra Fria pós-Segunda Guerra Mundial: Documentário “Mundo Louco”, do History Channel (History e H2)), do acervo do blog “Histérica História”:

 

https://histericahistoria.blogspot.com/2020/07/guerra-fria-pos-segunda-guerra-mundial.html


A Revolução Cubana

Foi uma revolução socialista que transformou Cuba – que, até então, era uma espécie de “quintal” dos Estados Unidos da América (que lá fazia tudo o que bem entendia) – num país socialista (e isso a poucos quilômetros do litoral do estado da Flórida). Isso se deveu a uma guerrilha feita por Fidel Castro e seus companheiros, que, com muita calma e organização, derrotaram o exército cubano, derrubando o ditador Fulgêncio Batista (que estava a muitos anos no poder), entrando em Havana no dia 1.º de janeiro de 1959. O governo iniciado por Castro nesse dia está no poder até hoje (com seu irmão, Raul Castro, no governo).


Golpes militares no Brasil e na América Latina

Durante o período da Guerra Fria, os Estados Unidos da América, temendo que – no restante da América Central, ou mesmo na América do Sul – aparecesse uma “nova” Cuba (ou seja, um novo país socialista nestas localidades); para tanto, o governo norte-americano começou a apoiar muitos dos golpes militares da direita em muitos e muitos países da chamada “América Latina”. Isso levou a diversos golpes militares (conforme alguns que vamos citar a seguir): Guatemala e Paraguai (1954), Argentina (1962), Brasil (1964), Peru (1968), e Uruguai e Chile (1973), dentre outros golpes ocorridos... 

Sobre o assunto específico dos Golpes Militares (em especial, no Brasil): acesse o link abaixo e leia um artigo sobre este assunto (A história das intromissões do nosso exército na política, na sociedade e na economia do Brasil), do acervo do blog “Histérica História”:

 

https://histericahistoria.blogspot.com/2017/09/a-historia-das-intromissoes-do-nosso.html

 

·       Atividades do 3.º Bimestre de 2020

RESUMO DE FILME: Documentário sobre a Guerra Fria “Mundo Louco”;

TRABALHO DE PESQUISA: “A Ditadura Militar no Brasil”.

RESUMÕES de minhas turmas de 2.º Ano EM (1.º, 2.º e 3.º bimestres)


RESUMÃO 20202.º ANO (1.º

  bimestre) – HISTÓRIA – Prof. Valmir Frias – Un. Escolar: E. E. Prof. Luiz Gonzaga Righini


Renascimento

Movimento artístico ocorrido entre o século XIV (14) e XV (15) que quis trazer de volta a arte do período clássico da Grécia antiga (daí o nome “Renascimento”: renascer um movimento artístico do passado), tendo se iniciado na região da atual Itália e se espalhando pela França, Alemanha, Holanda e até a Inglaterra. Alguns de seus expoentes foram: Leonardo Da Vinci (na pintura), e Michelangelo (na pintura e na escultura).


Formação das Monarquias Absolutas Modernas

Os principais motivos para a criação e estabelecimento das “Monarquias Absolutas Modernas Europeias” (e como foram suas construções nas diversas nações que passaram por este processo, tais como: Portugal, Espanha, Inglaterra e França). Também analisaremos quais foram as relações desse fato com outros fatos históricos do mesmo período (em especial, “As Grandes Navegações” e o “Descobrimento das Américas”, bem como a resposta católica às “Reformas”: a “Contrarreforma”).


As Reformas e a Contrarreforma

O fato histórico das Reformas foi um grande cisma – ou seja, uma separação – na Igreja Católica Apostólica Romana, ocorrida durante o século XVI (16), em vários países da Europa, e que acabou por influenciar não somente a religião, mas também a política, a sociedade, a economia e a cultura da Europa de então. Tudo começou em territórios que fazem parte da atual Alemanha, quando, em 31 de outubro de 1517, o monge Martinho Lutero – descontente com algumas atitudes da Igreja (em especial, a “venda de Indulgências”) – redigiu um documento de repúdio (as suas 95 Teses), e o afixou às portas da Catedral de Wittenberg (iniciando, assim, a criação da primeira religião dita “protestante”: a Igreja Luterana). Depois, num crescendo, outras aparecem em sua esteira: a Igreja Calvinista (de João Calvino, na Suíça e partes da França), e a Igreja Anglicana (do rei Henrique VIII, na Inglaterra), no que ficou conhecido como as “Reformas Protestantes”; em resposta, a Igreja Católica lança o que ficou conhecida como “Contrarreforma” (visando, assim, minimizar as perdas que as “Reformas” impingiram aos fiéis católicos).

Sobre o assunto específico das Reformas e da Contrarreforma: acesse o link abaixo e leia um artigo sobre este assunto (Os 500 anos da Reforma Protestante), do acervo do blog “Histérica História”:

 

https://histericahistoria.blogspot.com/2017/11/os-500-anos-da-reforma-protestante.html

 

As Grandes Navegações e o Descobrimento das Américas

Em primeira instância, foi o fato dos portugueses – e, logo depois, dos espanhóis – terem instituído uma Monarquia Absoluta Moderna como forma de governo que lhes deram a força e as ferramentas para conseguirem se lançar num projeto tão imenso quanto era o das “Grandes Navegações” (em se tratando de fins do século XV [15], e durante o século XVI [16]). E, foi por isso que foram eles que chegaram aos “Descobrimentos” (tornando-se as grandes potências mundiais de sua época (tornando-se as grandes metrópoles colonizadoras desse momento histórico), que culminou no “Descobrimento das Américas”.

 

·       Atividades do 1.º Bimestre de 2020

RESUMO DE FILME: Filme “Lutero”;

TRABALHO DE PESQUISA: “Formação das Monarquias Absolutas Modernas” (Portugal, Espanha, Inglaterra e França).

 

.x-X-x.


RESUMÃO 20202.º ANO (2.º

  bimestre) – HISTÓRIA – Prof. Valmir Frias

Unidade Escolar: E. E. Prof. Luiz Gonzaga Righini

 

SISTEMAS COLONIAIS

A colonização espanhola nas Américas

A colonização espanhola foi das mais cruéis ocorridas nas Américas, já que durante a “Conquista da América” os indígenas foram dizimados de diversas formas: através de doenças (para as quais eles não tinham anticorpos para combatê-las, como a varíola e o sarampo, pra citarmos somente algumas), com a superioridade tecnológica suplantando a inferioridade numérica (como ocorreu na região do atual México, na conquista dos astecas por Hernán Cortez, bem como na região do atual Peru, com a conquista dos incas por Francisco Pizarro); e com o posterior governo do extenso território (que, basicamente ia da região do atual estado da Califórnia, nos Estados Unidos de hoje, passando pelo México, quase toda a América Central, tomando depois a América do Sul, da qual se excluía o território da América portuguesa – cuja porção iria se formando no decorrer dos próximos 300 anos, evoluindo para o atual território do Brasil), que – para uma melhor administração – foi logo dividido em Vice-Reinados (4) e, em paralelo, Capitanias (também 4), sendo os quatro primeiros, os Vice-Reinados: da Nova Espanha (atual México), de Nova Granada (atuais Colômbia e Equador), do Peru (atuais Peru e Bolívia), e do Rio da Prata (atuais Paraguai e Argentina); quanto às Capitanias-Gerais, são elas: de Cuba, da Guatemala, do Chile e da Venezuela. E foi no cerne dessa mesma administração, entre os descendentes de espanhóis nascidos na América, que estava a semente das independências que ocorreriam no século XIX (19).

 

A colonização portuguesa na América

Na chamada América portuguesa, os portugueses tiveram várias tentativas de formas de administração – capitanias-hereditárias, governos-gerais e, até mesmo, vice-reinos – porém, estas várias maneiras ajudaram no domínio português que, mais do que dominar, também se aculturava, se miscigenava, ia criando laços com as tribos indígenas (porém, mesmo assim, houve os casos de abusos a indígenas, tratados como escravos), bem como mortes por doenças para as quais não tinham anticorpos (que mataram muitos em diversos surtos). A administração portuguesa via sua colônia de forma diferente, uma vez que havia planos para a transferência da corte para o Brasil (desde o século XVII [17], coisa que se concretizou com as guerras napoleônicas – que obrigaram a família real portuguesa e sua corte a seguirem para o Brasil – no início do século XIX [19]), fato este que influenciou até mesmo a Independência do Brasil (ocorrida em 1822, junto às independências na América espanhola, mas de forma bem diferente, uma vez que o Brasil se mantém monárquico).


Revolução Inglesa

A Revolução Inglesa foi o referencial inglês da Revolução Francesa, porém esta primeira ocorreu mais de um século antes da segunda, ainda no século XVII (17). Por volta começaram as rusgas da monarquia – cujo rei era Carlos I – e o parlamento (que ansiava por algum poder). Após passar pela deposição do rei, por uma Guerra Civil (1640-1649), a decapitação do rei, pela imposição de quase uma década como república (1649-1658), e a restauração (1660-1688) da monarquia – e da Dinastia Stuart – com o rei Carlos II, construiu-se o caminho para a Revolução Gloriosa de 1688 (quando a Inglaterra tornou-se, efetivamente, uma Monarquia Parlamentarista, o que é até hoje).


Iluminismo

Ainda como decorrência direta do Renascimento – e, em especial, devido às várias revoluções científicas ocorridas entre os séculos XVII (17) e XVIII (18) – ocorreu o chamado Iluminismo (em última instância, uma filosofia), cuja ideia principal era a de “Iluminar as trevas da ignorância, usando a luz da Ciência”. Com ele, instituiu-se o conceito de antropocentrismo (o Homem no centro de tudo), em oposição ao antigo conceito de teocentrismo (Deus no centro de tudo), o que, em última instância, levou ao humanismo.


A Independência dos Estados Unidos da América

Mostra como foi o processo de Independência das Treze Colônias (que deram origem aos Estados Unidos da América), cujo processo se inicia em 1773, segue para o dia da assinatura da Declaração de Independência do EUA, ocorrida em 4 de Julho de 1776, e a Guerra de Independência, de 1776 até 1781, que se seguiu.

Sobre o assunto específico da Independência dos Estados Unidos da América: acesse o link abaixo e leia um artigo sobre este assunto (A história dos Estados Unidos da América), do acervo do blog “Histérica História”:

 

https://histericahistoria.blogspot.com/2020/07/a-historia-dos-estados-unidos-da-america.html

 

·       Atividades do 2.º Bimestre de 2020

RESUMO DE FILME: Filme “A Missão”;

TRABALHO DE PESQUISA: “A Independência dos Estados Unidos da América”.


.x-X-x.


RESUMÃO 20202.º ANO (3.º

  bimestre) – HISTÓRIA – Prof. Valmir Frias

Unidade Escolar: E. E. Prof. Luiz Gonzaga Righini

 

A Revolução Francesa e a Era Napoleônica

A Revolução Francesa foi uma revolução burguesa que acabou com o chamado ”Antigo Regime” (grosso modo, a Monarquia Absoluta), e lançou o lema “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”. Ela foi uma revolução que durou 10 anos – de 1789 até 1799 – e teve vários períodos, desde a derrubada do rei, proclamação da Primeira República francesa, o momento do chamado “Terror” (com a morte do rei e da rainha na guilhotina e uma exacerbada perseguição política), e mesmo uma volta à algum tipo de monarquia (já durante a Era Napoleônica, uma vez que Napoleão Bonaparte tornou-se imperador, em 1804).

 

Processos das independências na América espanhola

As independências das diversas regiões da América espanhola (que originaram os países que criados dentro do ex-território espanhol); e foi um processo que têm seus principais líderes em Simon Bolívar (que lutou na independência da Venezuela, Bolívia, Colômbia, Panamá e Equador), e José de San Martin (que libertou o Peru e o Chile), e, junto a outros, auxiliaram nas independências dos países da então América espanhola (como nos mostra esta lista): Haiti (1804), Argentina (1810), Paraguai (1811), Chile (1818), México (1821), Peru (1821), Bolívia (1825), Uruguai (1828), Equador (1830), Venezuela (1830), Nova Granada (1831) – que se tornaria a Colômbia e, mais adiante, dela se desmembraria também o PanamáCosta Rica (1838), El Salvador (1838), Guatemala (1838), Honduras (1838), República Dominicana (1844), Colômbia (1886), Cuba (1898), e Panamá (1903).


Revolução Industrial

A Revolução Industrial foi um grande processo tecnológico que levou a Inglaterra à uma industrialização sem precedentes na História, que se iniciou no século XVIII (18) – e que vem ocorrendo desde então (tendo se espalhado pelo restante da Europa à partir do século XIX [19], e pelo resto do mundo após a chegada do século XX [20]). Ela se deveu, em muito, ao excedente financeiro dos empreendedores ingleses, que começaram a investir seu dinheiro em diversas novas utilizações para, basicamente, uma única máquina: a Máquina à Vapor (que deu origem a chamada Primeira Revolução Industrial, a Revolução do Vapor), que foi transformando a vida de todos com as inovações que foram sendo colocadas em prática. Por ser um processo vivo, já durante fins do século XIX (19) outras inovações foram ocorrendo, como a Energia Elétrica (que deu origem a chamada Segunda Revolução Industrial, a Revolução da Eletricidade); e, já no século XX (20), ocorreu o início da utilização do Petróleo (que deu origem a chamada Terceira Revolução Industrial, a Revolução do Petróleo). A alguns historiadores que dizem que, entre os séculos XX (20) e XXI (21) já ocorreram outras duas revoluções: a da Informática (que foi a Quarta Revolução Industrial, a Revolução da Informática), a Digital (a chamada Quinta Revolução Industrial, a Revolução Digital ou a Revolução da Internet). Isso só para vermos o quão ímpar é esta Revolução Industrial na história do mundo.

 

Lutas sociais (Socialismo, Comunismo e Anarquismo)

O século XIX (19) ficou conhecido como o século das “Ondas Revolucionárias”, com as Revoluções Liberais (ou Sociais) – tendo tido três grandes ondas revolucionárias: a da década de 1820, a da década de 1830 e a do ano de 1848 – tendo sido com elas que apareceram, na política mundial, novas formas políticas, como: o Socialismo, a sua outra vertente, o Comunismo, e a que os trouxe a tona, o Anarquismo.

 

·       Atividades do 3.º Bimestre de 2020

RESUMO DE FILME: Filme “A Última Batalha do Imperador”;

TRABALHO DE PESQUISA: “A Revolução Industrial”.